Na minha história,
sonhei com o inesperado,
me apresentei em um tablado,
peguei pipa no telhado,
me julgaram de errado,
sempre busquei o verdadeiro significado.
Até hoje,
nunca desejei estar morto,
familiares já me chamaram de torto,
sempre odiei o morno,
andei de mãos dadas no orto,
já me senti um porco.
E por aí,
seguirei minha sina,
me arrebentando em alguma quina,
saindo com a inquilina,
atirando de carabina,
tomando estriquinina,
afinal...
É o amanhã que me fascina!
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