Se houvesse um limite de velocidade para a nossa vida,
eu já acumularia alguns pontos na carteira.
Como diria minha avó;
Rápido.
Rasteiro.
Correndo.
Pulando.
Fechando os olhos e se jogando,
de um degrau a outro.
Com medo de pequenas quedas,
alçando grandes vôos,
e desconfiando de médias distâncias.
Desejando um último sinal verde.
Os últimos minutos restantes.
Um ultimo sopro.
Me perguntei se conseguiria ir mais devagar.
Procurar um momento calmo.
Encontrar aquela brisa do final da tarde...
Não, eu não consigo.
A noite seguinte é que me intriga.
A próxima música que me anima.
O próximo copo que me derruba.
O novo beijo é o que me apaixona.
E a alvorada seguinte é a qual eu procuro.
Parabéns pelo blog! Bacana mesmo
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